6.6.08

“dilema dos amantes”

então aqui outra vez nós e mais alguma coisa.
é tudo sempre a mesma e outra alternativa.

o paradoxal tremor quase mórbido no ser amante
é o mesmo que vírgulas onde há pontos ruins.

e o sentir-se fora de deus, o ser nuvem com asma,
por outra pessoa que sente e dói de outras formas.

então dissipar-se até perder o sentido humano.
e entrar noutra bifurcação, a do aparente invisível,
e ainda assim não saber como dar o que sobra,
minério não fosse tamanha divagação de não se ter.

Um comentário:

gabriela pires disse...

olá leonardo!

obrigada pela visita, que bom que gostou do blog. fiquei feliz quando disse que meus textos têm “um cheiro bom de sylvia plath”, ela é uma das minhas ídalas...hehe. tb te adicionei nos meus favoritos, estarei sempre por aqui.
ah! maringá é legal, apesar de não ter muito que se fazer por aqui, a cidade é bem bonita. E bodega bay, como é?