nós viemos abortados
para recolher a culpa
de séculos não-vividos.
viemos encarnados,
faróis cegos, tulipas
ardentes, responder
pela dúvida com sangue.
encurralados seguimos,
se nos vêem, estamos,
se não, muda-se a pele,
veste a face outra roupa,
para seguirmos pálidos,
entre o susto e a epilepsia.
viemos hoje, ontem,
viemos antes, sempre,
estamos vindo ainda,
olhe para baixo e veja:
estamos nas dobras,
nossa cor carmesim,
chegue mais perto e toque
nosso fogo brando, e morra.
to com ciume, to com raiva, é absurdo. poxa vida, por que que a gente morre todo dia..
ResponderExcluirvoce sumiu, cara.
se eu pudesse apagar esse comentário eu apagaria
ResponderExcluirpois eu guardarei os dois. soube que vc esteve aqui, aparição...
ResponderExcluirpoxa leo, as pessoas tem roubado as pessoas de mim.
ResponderExcluireu fui como uma idiota. e como mais idiota fiquei nessa bosta dessa solidão de não querer ver que as coisas nos decepcionam e os amigos e a falta de amigos.
cara, quero ser outra pessoa. quero começar essa merda de novo.
se cuida, beijo
os anos estão te amadurecendo e te fazendo melhor...
ResponderExcluirbj. Mary
Fazia tempo que não lhe deixava um "oi" :P
ResponderExcluirMuito bom, caríssimo.
ResponderExcluirWOOHOO!
bjs
J,
Adoro sua fúria juvenil... me dá forças novamente. A parte boa é que não existe absolutamente nada de pejorativo no 'fúria juvenil'.
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