gosto de lamber impurezas
no meio de dobras quebradiças
e certamente alguma alma antiga,
algum espírito recém decapitado,
fala por mim nessas noites ou tardes
escuras de vento semelhante a vozes
no timbre das quais em vão procuro
o sal do tesão, a boca falsa do amor.
Qual seria o Deus do conhaque? Se do vinho é Baco...
ResponderExcluirhttp://livrariaobrasineditas.wordpress.com/
porra, Leo. Fiquei pasma. beijos. Marylee
ResponderExcluirleonardo, deixe-me ler você numa dessas estantes de biblioteca.
ResponderExcluir