ASA NISI MASA
um resumo da loucura na verdade da mentira
10.7.06
“metalíngua”
o tempo
é a areia
do homem.
dessa areia
uns poucos
– loucos? –
fazem castelos
onde se perdem
pelos corredores.
a poesia é sempre
a diluição do tempo.
a poesia será sempre
a queda de um castelo.
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