gostei desse jogo de uma delicadeza que se desfaz (babe)em simplicidade (olhe). esse realmente é o plano do belo mas, também, da auto-referência... é preciso ir além do meramente agradável... babemos!!!
digo, o plano da delicadeza é muito o plano do belo... e o ir além é flertar com o sublime... a magnitude que nos consome, que consome frequentemente o sentido mais imediato... cara, fiquei sabendo que o cogumelo atômico atinge 70 km de altura... meus interesses bizarros... mas é impressionante, é o sublime... umas visão magnânima que se revela e em seguida nos consome (churrasco, meu caro gaúcho)
gostei desse jogo de uma delicadeza que se desfaz (babe)em simplicidade (olhe). esse realmente é o plano do belo mas, também, da auto-referência... é preciso ir além do meramente agradável... babemos!!!
ResponderExcluirdigo, o plano da delicadeza é muito o plano do belo... e o ir além é flertar com o sublime... a magnitude que nos consome, que consome frequentemente o sentido mais imediato... cara, fiquei sabendo que o cogumelo atômico atinge 70 km de altura... meus interesses bizarros... mas é impressionante, é o sublime... umas visão magnânima que se revela e em seguida nos consome (churrasco, meu caro gaúcho)
ResponderExcluirdebaixo de um copo.
ResponderExcluirlinda poesia, nois remete a distintas interpretações, mas todas belas.
ResponderExcluirParabéns!
Que coisa linda Leo... sem retoques.
ResponderExcluir...cada vez mais lindo!
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