decepados,
os versos são o de menos.
o poema é aquela verdade
intransigente e mentirosa
encravada de maré escura,
escrita pela própria língua
que o lê,
sendo que
ela nega
perspectivamente o poema,
tal qual o homem de gravata
acorda para navegar a morte
através de cifras mitológicas
e cabeças roxas de meninos,
decepadas.
timida e ousada!
ResponderExcluirmas essa sua ultima frase me pegou de jeito.